Além das corridas de mountain bike, a última etapa da CIMTB Michelin, em Taubaté, terá apresentações de BMX e MTB freestyle em uma estrutura construída para o evento, com pista de dirt jump e um AirBag. O evento será entre 3 e 5 de dezembro, no Parque Municipal do Itaim, durante as comemorações de 374 anos da cidade. A entrada será liberada para o público vacinado contra COVID-19 ou para quem apresentar o teste negativo.
“O BMX e o MTB freestyle vão juntar forças na etapa de Taubaté para montar uma estrutura de Dirt Jump dentro da arena, que ficará de legado para a população. Faremos apresentações com dois atletas de cada modalidade”, explica Léo Campos, atleta e organizador da modalidade na CIMTB.
As apresentações devem durar cerca de 30 minutos e terão manobras em rampas maiores. “Estamos construindo rampas grandes, maiores do que as que já tempos nos skateparks e pistas da cidade. A ideia é dar um show para os espectadores e, com a estrutura montada, conseguir treinar para as competições que estão por vir”, explica Léo.
Ele também vem construindo o AirBag, uma estrutura única no Brasil. “O meu equipamento foi feito inteiramente no Brasil. Comecei o desenvolvimento em março, e já estamos na fase de ajustes finais para usarmos pela primeira vez na CIMTB em Taubaté”, conta. Basicamente é uma recepção inflável, que absorve de 80% a 90% do impacto da queda se comparado com a terra. O que viabiliza o treino de manobras mais arriscadas e acelera muito a evolução dos atletas.
Crescimento
Assim como o mercado do mountain bike em geral, o freestyle teve uma onda de crescimento nos últimos anos, sobretudo com a inclusão da modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
“Vem crescendo muito, mas no Brasil ainda precisa passar por algumas evoluções. Mas cresce muito rápido, principalmente com o surgimento das pump tracks nos últimos anos. Temos até uma escassez de peças no mercado, que não tem conseguido acompanhar a demanda dos atletas”, avalia Léo.
História de outras modalidades na CIMTB
Não será a primeira vez que uma atividade de BMX acontecerá na CIMTB Michelin. Bem no início das competições, ainda em Carandaí, na década de 1990, o Lake Jump (rampa com salto caindo na lagoa) deu início a essa parceria de modalidades e de lá para cá as atividades paralelas não pararam mais.
“Reunir outras modalidades com o MTB é muito legal e sempre valorizamos isso. É unir forças para mostrar todo o potencial das duas rodas para o público presente que muitas vezes não teve oportunidade de ver ao vivo apresentações espetaculares”, diz Rogério Bernardes organizador da CIMTB Michelin.

Depois do “Lake Jump” vieram apresentações de “Dirt Jump”, similar a que teremos em Taubaté. Houve, também, apresentações em rampas verticais em Araxá e nessa época o BMX se uniu ao skate e patins in line com grande sucesso.
“Em Taubaté vamos resgatar essa parceria e quem vai ganhar com isso é o público que terá mais uma atração com manobras super radicais para acompanhar. O grupo da cidade é muito forte, com atletas excelentes, e tem reconhecimento nacional e internacional”, completa Rogério Bernardes.
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CIMTB Michelin 2021
A organização da CIMTB Michelin realizou sua primeira prova em 1996. Desde então, vem inovando e contribuindo ativamente para o crescimento e fortalecimento do mountain bike e o mercado de bicicletas no Brasil. Contando pontos para o ranking mundial da União Ciclística Internacional (UCI) desde 2004, a CIMTB Michelin tem sido seletiva para os Jogos Olímpicos nos Ciclos de Pequim 2008, Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020. Em 2022, a CIMTB Michelin aumentará ainda mais sua relevância internacional com a realização da etapa de abertura da Copa do Mundo de Mountain Bike 2022, em Petrópolis. Além disso, foi responsável pela construção da pista de mountain bike dos Jogos Olímpicos Rio 2016, considerada uma das melhores da história dos Jogos desde 1992.
Michelin
Michelin, líder do segmento de pneus, se dedica ao desenvolvimento da mobilidade de seus clientes, de forma sustentável, criando e distribuindo os pneus, serviços e soluções mais adequados às suas necessidades; fornecendo serviços digitais, mapas e guias, para ajudá-los tornar suas viagens experiências únicas; e desenvolvendo materiais de alta tecnologia, que atendem à indústria da mobilidade. Sediada em Clermont-Ferrand (França), a Michelin está presente em 170 países, emprega 114.100 pessoas em todo o mundo e dispõe de 70 centros de produção implantados em 17 países diferentes que fabricaram 190 milhões de pneus em 2017.
Sense Bike
Parte da Lagoa Participações, a Sense Bike foi criada em 2009, com o sonho de construir uma marca de bicicletas feita por apaixonados para apaixonados, com padrão internacional, foco em desenvolvimento e indústria de ponta. Em 2014, foi inaugurada a fábrica em Manaus, que possibilitou o início da produção de quadros, bem como a montagem de bicicletas elétricas e convencionais (mountain bike, urbana e road), com o que existe de mais inovador em tecnologia. Em abril de 2018, a Sense Bike comprou a Swift Carbon Global, importante fabricante mundial de bikes em fibra de carbono, com operação industrial na cidade do Porto (Portugal).


“A CIMTB Michelin sempre foi uma festa para todos, então nada mais natural que oferecermos uma modalidade diferente do mountain bike. O trail run é uma tradição de mais de 10 anos e estamos muito felizes de conseguir incluí-la novamente em Taubaté, com condições sanitárias mais favoráveis”, conta Rogério Bernardes, organizador da CIMTB Michelin.












É uma oportunidade única de correr na mesma pista que os maiores atletas de mountain bike do Brasil e do mundo. Henrique Avancini, Luiz Henrique Cocuzzi, o português Davi Rosa, Edvando Souza Cruz, Ivanir Teixeira, Karen Olímpio, Letícia Cândido são alguns dos nomes já confirmados em Araxá.
Este ano, a CIMTB Michelin incluiu ainda mais categorias para garantir que todos correrão de igual para igual. Pela primeira vez, os atletas das categorias oficiais masculinas poderão competir no short track (XCC), na sexta-feira, a partir das 16h, e as mulheres terão a categoria Gravel exclusiva.
A pista de XCO Araxá, que já é internacionalmente reconhecida pela sua qualidade, teve ainda mais melhorias para a temporada 2021. Entre as mudanças está o rock garden construído com mais de 300 toneladas de pedras, mudança de conceito em algumas descidas reduzindo a velocidade e tornando-as mais técnicas e algumas reformas nas curvas da Dona Beja. As novas características aumentarão o nível de pilotagem e favorecerão os pilotos mais técnicos. Além disso, os competidores, dependendo da categoria e modalidade, poderão desfrutar da pista de short track ampla e explosiva, criada exclusivamente para o evento. Outra novidade é o circuito de maratona, com 15 quilômetros de estradas fechadas, sem trânsito de veículos dentro da mineradora Mosaic.
Além do Grande Hotel Termas de Araxá, que tem uma infraestrutura incrível e recebe o evento, a região tem uma rede hoteleira completa, com hospedagem para todos os tipos e atrações acessíveis de bicicleta, como o Museu Calmon Barreto, o mirante do Cristo Redentor, a Igreja Matriz, Horizonte Perdido, cachoeiras, entre muitos outros atrativos.







