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Brasil é incluído como uma das etapas de Copa do Mundo da UCI

País irá sediar última etapa da Copa do Mundo de XCE. Evento acontece de 22 a 24 de novembro. 

Que o mountain bike tem crescido no Brasil não é segredo pra ninguém. Hoje temos o país nos primeiros lugares do ranking da União Ciclística Internacional, tanto no masculino com Henrique Avancini quanto no feminino com a Raiza Goulão. Mas não são apenas os atletas que lutam com mtb nacional. A equipe da CIMTB Levorin, em parceria com a CBC e City Mountain Bike, tem feito isso e será a responsável pela Copa Mundo de Eliminator, que acontece de 22 a 24 de novembro. É a primeira vez que uma etapa de Copa do Mundo de Mountain Bike XCE é incluído na América Latina.

Brasil irá fechar calendário Mundial da UCI (Foto: Reprodução)

Em 2018 o Brasil fará o fechamento da temporada mundial e a CIMTB Levorin está em fase de selecionar a cidade-sede. “Será uma grande honra sediarmos a grande final da Copa do Mundo de XCE. É a materialização de um projeto de longo prazo que ainda tem muito a crescer nos próximos anos. Neste momento estamos avaliando as possíveis cidades no Brasil que preenchem os pré-requisitos para sediar o evento”, explicou o organizador da CIMTB Levorin, Rogério Bernardes.

Avancini considera que Copa do Mundo abre novos caminhos (Foto: Thiago Lemos)

Atletas
Atualmente em 5º lugar no ranking da UCI e hexacampeão na CIMTB Levorin, Henrique Avancini (Cannondale Factory Racing), afirmou que o mountain bike brasileiro está entre os melhores do mundo. “Não só eu como atleta, o mtb brasileiro está entre os melhores do mundo. Temos uma grande qualidade de organização de competições, comparado às melhores provas do mundo e é mais do que justo e inteligente por parte da UCI trazer uma etapa da Copa do Mundo de Eliminator para o Brasil”, comentou.

O XCE é uma modalidade que surgiu em 2010 e Henrique afirma que é uma prova que se encaixa com facilidade em ambiente urbano. “É uma modalidade relativamente nova e que a UCI pecou um pouco no formato quando lançou. Agora está tentando reajustar a aplicação do Eliminator que é uma modalidade que traz a possibilidade de ter uma demonstração do mtb de uma maneira mais dinâmica e rápida com um toque urbano. Então, teoricamente é um formato que pode ser aplicável em qualquer grande cidade e em qualquer centro urbano”, explicou.

“XCE é uma prova de velocidade e muito disputada”, diz Cocuzzi (Foto: Thiago Lemos)

Para Henrique, ter uma Copa do Mundo de Eliminator no Brasil é uma oportunidade para o crescimento do esporte e para atletas. “É um grande passo para o desenvolvimento do Eliminator a nível global, também para o Brasil e atletas. Uma nova possibilidade e um novo formato de desenvolvermos novos competidores. Talvez o atleta que não seja resistente para o Cross Country Olímpico (XCO) ou para uma Maratona, consiga desempenhar bem em uma prova mais explosiva e de velocidade como é o Eliminator. Isso é uma coisa que já vem acontecendo na Europa; alguns atletas que não conseguiam se consolidar profissionalmente no XCO ou em provas mais longas, agora têm mais uma possibilidade de se desenvolverem esportivamente através do Eliminator. Acredito que amplie mais o leque para que novos atletas se desenvolvam e que o esporte tenha cada vez mais alcance”, concluiu.

O atleta Luiz Henrique Cocuzzi (Equipe Lar Scott) também concorda que uma Copa do Mundo de Eliminator abre novos caminhos. “É muito importante para o mtb brasileiro ter provas dessa magnitude sendo realizadas aqui. Provas desse nível atrai público, divulga nosso esporte, aumenta o nível de nossos atletas e também incentiva novos amantes do mountain bike. O XCE é uma prova de velocidade e muito disputada o tempo inteiro. Eu gosto muito desses estilo de prova”, disse.

Rubinho afirma que Copa do Mundo será motivadora para o esporte (Foto: Luiz Blanco)

Experiente no mtb, com três Olimpíadas no currículo, o atleta Rubens Donizete Valeriano (Sense Factory Racing), diz que uma Copa do Mundo de XCE é um passo que está de acordo com a evolução do mtb no país. “A evolução do mtb no Brasil está cada ano maior e um exemplo disso é o Henrique Avancini. Fazendo um trabalho a longo prazo, ele conquistou um resultado histórico no Mundial. Ele sempre pensou no mtb como um todo e em Londres ajudou o Brasil a conquistar a vaga nos Jogos Olímpicos. É disso que o esporte precisa, de parcerias. Pensando por este lado, é muito importante as marcas apoiarem atletas”, explicou.

Segundo ele, uma Copa do Mundo de XCE vai levar a emoção do mtb para o público emoção. “O Eliminator é uma prova emocionante e competitiva que um pequeno erro faz toda diferença. NO XCO você tem mais tempo e consegue criar estratégias. Vai ter atletas de nível alto e eu acho que isso é motivador para muitos competidores brasileiros”, comentou.

Atletas conquistam 2º vaga nos Jogos Olímpicos através do sistema de ranking

É a 1º vez que país alcança marca para ter dois representantes através da classificação pelo ranking mundial. Quase 30% dos pontos conquistados vieram da CIMTB Levorin

Pela primeira vez na história do mountain bike brasileiro, os atletas conquistaram duas vagas nos Jogos Olímpicos através da classificação pelo ranking mundial. Desde que o Ciclo Olímpico foi aberto, em 2014, os competidores lutam para conquistar os pontos necessários para ser um representante do mountain bike no Rio 2016. Na condição de país sede, duas vagas estavam garantidas, uma para o masculino e outra para o feminino. Porém, o objetivo dos atletas cresceu quando viram a possibilidade de conseguirem a segunda vaga. Com a Copa Internacional Levorin de Mountain (CIMTB Levorin), a competição que mais soma pontos para o ranking da União Ciclística Internacional (UCI) nas Américas, foi possível a realização desta meta. Os convocados para disputar os Jogos 2016 foram Henrique Avancini, Rubens Donizete e Raiza Goulão. Os suplentes são Ricardo Pscheidt e Isabella Lacerda. Confira o critério de convocação.

Crédito: Gladson Gomes

Avancini afirma que CIMTB Levorin é uma grande oportunidade para os brasileiros (Crédito: Gladson Gomes)

 

No sistema de classificação através do ranking para o masculino, países que ficassem entre o 1º e 5º lugar no ranking das nações, teriam três representantes. Entre o 6º e o 13º lugar, dois competidores e do 14º ao 23º, um atleta. O Brasil finalizou em 13º colocação no ranking das nações com 3.583 pontos. Quase 30% dos pontos foram conquistados pelos atletas na CIMTB Levorin. “A CIMTB Levorin é uma grande oportunidade para os brasileiros. Hoje temos provas com classe alta, o que atrai atletas mais fortes. Uma disputa de nível mais alto, junto com a possibilidade de buscar pontos sem ter que investir tempo e recursos, é uma grande vantagem”, afirmou Henrique Avancini.

O atleta contou que viu que seria viável o Brasil conquistar duas vagas nos Jogos 2016 quando terminou a temporada de 2013 em 15º lugar no ranking da UCI. “Era imprevisível, principalmente por que teríamos um conflito de gerações dos mais velhos com os mais novos. Além disso, quando tive uma lesão em 2015, foram quase quatro meses sem nenhuma pontuação significativa. Mas consegui retornar aos bons resultados com constância e contribuir pra segunda vaga”, disse.

Segundo Henrique, esta conquista se deve ao trabalho de equipe feito entre os atletas e Confederação Brasileira de Ciclismo. “De fato é uma grande conquista. É a primeira vez que classificamos dois atletas através do sistema de ranking. Eu fico orgulhoso de ter contribuído pra isso. Eu já tinha uma vantagem suficiente pra estar garantido nos Jogos, mas eu tinha essa meta e sei que seria ótimo pra Confederação e pra nossa modalidade. Além disso, foi uma conquista merecida pois a Confederação fez um bom trabalho junto com o Rubinho e o Pscheidt”, afirmou.

crédito: Fábio Piva

Rubinho diz que começou temporada com baixo rendimento (Crédito: Fábio Piva)

De acordo com a convocação, o segundo representante será Rubens Donizete Valeriano. O atleta irá competir na 3º Olímpiada de carreira e confessa que chegou a pensar que o sonho não seria possível. “Eu comecei a temporada de 2016 com um rendimento muito baixo. Não conseguia desenvolver nas competições e depois, um fisioterapeuta descobriu que eu estava com início de lesões nas duas coxas. Fiz um tratamento intensivo e consegui recuperar. Até agora não caiu a ficha”, disse.

O trio que conquistou a segunda vaga para o mountain bike nos Jogos 2016 se completa com Ricardo Pscheidt. O atleta que participou de uma maratona de competições afirma que está muito feliz em fazer parte desta conquista. “Fiquei muito feliz, mesmo porque eu sei que contribui de forma direta pra isso. No início, quando soltaram o critério que definiu qual o atleta que seria convocado, nesse momento eu estava a 140 pontos atrás do Rubinho que era meu concorrente na vaga Olímpica. Eu decidi fazer as provas, correr atrás das competições e eu fiz uma maratona de competições, também pelo sonho de representar o Brasil. Eu finalizei como o segundo atleta no ranking UCI. Sou o segundo atleta que mais pontuou nesse Ciclo Olímpico. Infelizmente não consegui a vaga, fiquei um pouco chateado, por ser um sonho, mas de qualquer forma eu sei que contribui de forma direta”, afirmou.

Ricardo afirma que espera que a conquista da segunda vaga através do sistema do ranking mundial seja o início de um novo momento para o mountain bike brasileiro. “Nos últimos Jogos Olímpicos, o Brasil sempre ficava no limite ou próximo dele. Ou ficava em 22º ou em 23º, sempre no limite para conseguir uma vaga. Eu, assim como Rubinho, não somos atletas novos. Nestes últimos anos no XCO, eu acho que houve uma evolução tanto para nós como atletas, como no nível do mtb brasileiro. Tomara que seja realmente um marco histórico e que daqui pra frente o Brasil dê mais atenção ao ciclismo e ao mtb e que saibam que tem muito atleta com qualidade e ótimas perspectivas de representar o mtb de forma melhor do que a gente representou. Que os atletas que venham atrás da gente consigam fazer mais que a gente fez”, finalizou.

O organizador da CIMTB Levorin, Rogério Bernardes, afirma que este foi um grande passo no mountain bike brasileiro. O organizador da CIMTB Levorin, Rogério Bernardes, este foi um grande passo no mountain bike brasileiro. “Mais importante do que ter conseguido as duas vagas no masculino, foi ter conseguido através da pontuação. O Brasil está de parabéns. A CBC fez um ótimo planejamento para alcançar este resultado. Além disso, no feminino, a Raiza, Isabella e Vivane também estão de parabéns pelos resultados”, afirmou.

CIMTB - 2016 - foto thiago lemos (2)

Raiza disse que agora irá manter o foco nos Jogos 2016 (Crédito: Thiago Lemos)

Feminino
No feminino, a representante do Brasil nos Jogos Olímpicos será Raiza Goulão. Além de Raiza, também somou pontos para o ranking das nações as brasileiras Isabella Lacerda e Viviane Favery. Dos 4.385 pontos do ranking das nações da mulheres, mais de 15% vieram da CIMTB Levorin. Apesar do feminino ter somado mais pontos no ranking e também ter ficado em 13º lugar, as vagas são distribuídas de forma diferente. Países que ficam entre o 1º e 8º lugar, têm direito a duas participantes, já aqueles que ficam entre 9º e 17º tem direito a uma.

Em 11º lugar no ranking, com 1170 pontos, Raiza irá estrear em Jogos Olímpicos. “A preparação está desde de ano passado, a meta era conquistar a vaga Olímpica. Fiz alguns sacrifícios de correr um grande quantidade de provas para garantir essa vaga já na virada do ano. E isso me deu uma vantagem de pontos e pude entrar 2016 bem mais focada no treino, resultado e performance. Isso foi uma coisa que me ajudou muito e só me motivou mais. A preparação esse ano foi muito boa, eu consegui atingir todas as metas e até superar algumas que a gente tinha estipulado. Isso vem me motivando muito”, afirmou.

No último fim de semana de maio, Raiza esteve na 3º etapa da Copa do Mundo UCI, em La Bresse, na França e conquistou o 17º. Segundo ela, este resultado mostra que Raiza está no caminho certo e que agora é manter o foco. “Tive um resultado muito bom na 3º etapa da Copa do Mundo, na França, e isso me motivou mais ainda. Eu acho que competir na Europa é uma forma de comparar o nível que estamos com o nível das atletas da Europa, pois são as mais fortes e as principais rivais nos Jogos Olímpicos. Então, acho que isso vai ser fundamental. É um ano de foco total, e agora com a convocação é baixar a cabeça nos treinos, não sair do foco e tentar fazer bonito no Brasil”, finalizou.

A Copa Internacional de Mountain Bike comemora a 21ª Edição em 2016. O evento tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição, e Co-Patrocinio da Audax.

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Atletas representam Brasil na 2º etapa da Copa do Mundo UCI de MTB

Henrique Avancini chegou a ficar entre os 15 e terminou em 38º lugar. Raiza Goulão ficou em 31º. 

CIMTB - 2016 - foto thiago lemos (1)Henrique ficou com o 38º lugar (Foto: Thiago Lemos)

Os brasileiros Henrique Avancini, Luiz Henrique Cocuzzi, Raiza Goulão e Isabella Lacerda levaram a bandeira brasileira para as terras europeias, na 2º etapa da Copa do Mundo UCI de MTB em Abstadt, na Alemanha. A competição tanto para o masculino quanto para o feminino foi neste domingo (22).

Henrique Avancini, líder da CIMTB Levorin até agora, chegou a ficar entre os 15 da prova, e terminou a competição em 38º. Cocuzzi, que foi campeão do XCE na 2º etapa da CIMTB Levorin em São João del-Rei, ficou com na colocação 129º. Juliano Cocuzzi competiu na Sub-23 e não completou a prova.

Já no feminino, Raiza Goulão, campeã do XCO em São João del-Rei, ficou com o 31º lugar. Viviane Favery ficou com a 72º colocação. Isabella Lacerda, campeã do XCE na mesma etapa, não terminou a prova.

Outros Atletas
A campeã da etapa de Araxá, a polonesa Maja Wloszczowska ficou com 15º lugar na 2º etapa da Copa do Mundo UCI de MTB,

A atleta da Sérvia Jovana Crnogorac, que ficou com o 5º lugar em Araxá, terminou em 20º seguida da mexicana Daniela Campuzano,  vice-campeã de 2016 da 1º etapa da CIMTB Levorin.

Já o português David Rosa, vice-campeão de Araxá, ficou com 41º.

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Henrique Avancini e polaca Maja Wloszczowska são campeões da CIMTB Levorin em Araxá

Foto: Thiago Lemos

Foto: Thiago Lemos

Brasil e Polônia estiveram no lugar mais alto do pódio da etapa de Araxá da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike. O brasileiro Henrique Avancini e a poloca Maja Wloszczowska  já estão classificados para os Jogos Olímpicos e agora irão somar mais 160 pontos no ranking da União Ciclística Internacional (UCI). O objetivo para a polaca Maja é garantir a largada na primeira fila dos Jogos 2016. Já Avancini quer somar pontos também para o país, em busca da segunda vaga no mountain bike brasileiro os Jogos Olímpicos.

Segundo Avancini, a preparação que está fazendo para os Jogos 2016 vai além do físico. No sábado, o atleta chamou atenção depois de uma queda no Descidão Dona Beja. Ele perdeu a liderança, chegou a ficar entre os 20, mas conseguiu vencer o Short Track. Já no domingo, outro imprevisto para o atleta. Um pneu furado mais uma vez o levou a ficar entre os 15 e ele terminou a prova como vice campeão.

“Eu venho me preparando para os Jogos 2016. Fisicamente já cheguei em um nível muito bom. Hoje eu dou mais atenção é minha preparação mental. Esse fim de semana ficou claro que está indo para um bom caminho. A queda poderia facilmente ter me tirado da prova, mas mesmo assim consegui recuperar. Além disso, e na XCO mesmo com o corpo com alguns efeitos devido à queda, a cabeça estava pronta para fazer força, e mesmo com um furo de pneu, consegui administrar bem para sair com a vitória no geral, por isso eu cruzei a linha de chegada bastante feliz e muito satisfeito porque eu sei que estou me preparando muito bem para os Jogos Olímpicos e vou chegar pronto”, disse.

Para Maja, vencer a etapa de Araxá também é um objetivo alcançado antes do Rio 2016. “Para este ano meu principal foco são os Jogos Olímpicos e é por isso que vim aqui, porque eu quero garantir minha largada nas primeiras filas”, afirmou.

A Copa Internacional de Mountain Bike comemora a 21ª Edição em 2016. O evento tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição e Co-Patrocinio da Audax.

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Foto: Fábio Piva

Foto: Fábio Piva

Campeão 2015 da CIMTB Levorin em Araxá e 1º lugar no Pan Americano, Avancini pedala mais de 1000 km por semana

Crédito: Alvaro Perazzoli / Ag.Laborazol

Avancini diz pedalar 1000 km por semana em treinos Crédito: Alvaro Perazzoli / Ag.Laborazol

Campeão 2015 da CIMTB Levorin em Araxá e 1º lugar no Pan Americano, Avancini pedala mais de 1000 km por semana. As 24 horas do campeão Pan Americano, Henrique Avancini, são de preparação no Mountain Bike. O atleta que irá competir na primeira etapa da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike em Araxá, entre os dias 4 e 6 março, já está com a vaga garantida nos Jogos 2016. Será a estreia dele em Jogos Olímpicos, e hoje, segundo Henrique, chega a pedalar mais de 1000 km por semana em busca de bons resultados. Henrique, atualmente o 15º melhor no ranking da União Ciclística Internacional (UCI), já é veterano na CIMTB Levorin, participa da prova desde há 16 anos e foi campeão da etapa de Araxá em 2015. Este ano, Avancini, está determinado a correr em busca do Bicampeonato.

Este é o segundo ano que a prova é realizada em nível mais alto, na classificação SHC ou Stage Race Hors Class, grau concedido pela União Ciclística Internacional (UCI). Com isso, a etapa soma até 160 pontos no ranking mundial da UCI para o campeão.

“Ano passado a corrida foi uma loucura. Apesar de ser uma competição de 3 dias, as etapas são curtas e intensas, portanto é necessário achar um equilíbrio para estar rápido nos três dias. Meu maior objetivo é a vitória na classificação geral em 2016. Teremos uma boa participação de atletas estrangeiros e será uma grande disputa”, comentou.

De acordo com o atleta, a primeira etapa da CIMTB Levorin está entre as prioridades no calendário dele. “Araxá é o maior espetáculo do calendário nacional. É sempre ótimo competir com o calor e pressão do público que só encontramos em Araxá. Ano passado venci no geral, mas foi por pouco. Quatro dias antes eu havia competido em uma prova SHC de quatro dias no Chipre com grandes nomes do circuito mundial e terminei com a bela 2ª colocação. Encarei a viagem de 30 horas pra voltar e o fuso horário de 6 horas. Foi muito difícil achar o ritmo necessário para desempenhar bem, e apesar de ter vencido, não consegui andar da maneira como gostaria. Esse ano, preferi não competir no Chipre e dar mais atenção a Araxá. Acho que o público merece assistir um espetáculo por parte dos atletas e quero andar bem melhor esse ano”, afirmou.

Para o organizador da CIMTB Levorin, Rogério Bernardes, ver atletas que cresceram junto com o evento é a realização de uma meta. “O Henrique compete conosco há muitos anos e sempre se destacou em todas as categorias. O sucesso dele hoje é fruto de muitos anos de dedicação e servirá de inspiração para atletas mais jovens que estão começando agora no mountain bike”.

Carreira
A rapidez de Henrique Avancini vem no nome e o mountain bike é herança de família. O pai era proprietário de uma loja de bicicletas e construiu a primeira magrela do atual campão Pan-Americano com peças de sucatas da oficina. A bike durou apenas dois anos, até que Avancini quebrou o quadro ao meio ao passar reto em uma curva.

Apesar de crescer em meio ao esporte, o atleta chegou a cursar Direito, mas desistiu depois de um convite de uma equipe europeia. “Minha carreira foi muito progressiva. Como comecei muito cedo, cresci como pessoa e atleta ao mesmo tempo. Meu maior objetivo nunca foi ser profissional, mas eu tinha e ainda tenho, verdadeira paixão pelo MTB. Isso é o que continua me motivando a seguir trabalhando e buscando a evolução. Em 2009 quando fui contratado por uma equipe europeia, tranquei a faculdade de Direito e segui realmente como ciclista profissional e agradeço a Deus todos os dias por ter escolhido essa estrada”, afirmou.

Com o maior evento esportivo do mundo marcado no calendário de Henrique, os Jogos Olímpicos, a maratona de treinos de Henrique Avancini chega a mais de 1000 km pedalados por semana. “Minha preparação engloba todo o meu dia. Não é apenas o tempo que estou em cima da bike. Desde quando acordo, tudo é pensado no ganho de performance. No nível atual a preparação tem que durar 24 horas por dia. Nos últimos anos passei por um longo processo de preparação para conseguir suportar a carga de treinos que faço hoje. Atualmente posso afirmar que minha carga é fora do padrão quando comparada aos melhores atletas do mundo. Não me vejo como um grande talento, mas hoje sei que tenho a preparação suficiente para treinar mais arduamente que qualquer outro atleta e esta é minha aposta para chegar ao nível dos melhores”, disse.

De acordo com o atleta, participar dos Jogos 2016 é realizar um sonho que consiste na disseminação do uso da bike no país. “Acima de tudo vejo os Jogos Olímpicos como minha maior oportunidade para fomentar o uso da bicicleta no país. Este é meu sonho. Posso garantir que estou completamente empenhado na minha preparação e que com certeza farei o melhor possível para honrar e trazer alegria para o MTB brasileiro”, completou.

Brasil nas Olimpíadas
Atualmente o Brasil está em 13º lugar no ranking da UCI. Caso o país consiga manter nessa posição, terá duas vagas masculinas. Com isso, além de Avancini, Rubens Valeriano e Ricardo Pscheidt devem disputar a segunda vaga.

“Entramos na reta final de classificação para os Jogos Olímpicos, mas a preparação já iniciou com certa antecedência, encerrei meu calendário de competições do ano passado antes do que normalmente faço, consequentemente iniciando antecipadamente os treinamentos para esta temporada, com o objetivo de estar melhor preparado para as primeiras competições deste ano, que são as provas classificatórias para os Jogos Olímpicos. Estamos também estudando quais são as competições mais satisfatórias para participar e conquistar os pontos necessários para esta classificação. Espero chegar em condições ideais para lutar por esta vaga na etapa da CIMTB de Araxá”, explicou Ricardo.

Classificação Olímpica do Mountain Bike
Ao todo, os homens terão direito a 50 vagas, sendo que 41 delas serão conquistadas através do ranking da UCI e serão divididas da seguinte forma. Os 23 melhores países colocados no ranking mundial se classificarão para o mountain bike nos Jogos 2016, sendo que, os cinco melhores terão três vagas cada um, os países entre o sexto e 13º lugar conquistarão duas vagas, já aqueles que ficarem entre o 14º e 23º terão uma vaga cada.

Ao grupo feminino serão destinadas 30 vagas, sendo que 25 delas sairão do ranking da UCI. Os oito primeiros países terão direito a duas atletas cada e os nove seguinte, um representante cada. As outras vagas, tanto do feminino quanto do masculino, serão preenchidas através de campeonatos continentais.

Com a realização das Olimpíadas entre os dias 5 e 21 de agosto, a primeira e a segunda etapa da CIMTB Levorin serão decisivas no número de vagas e representantes na modalidade da competição. O ranking olímpico fechará no dia 24 de maio de 2016.

Credenciamento de imprensa

Para credenciar a imprensa para a cobertura do evento, que será entre os dias 4 e 6 de março, em Araxá, os jornalistas interessados devem encaminhar um e-mail para press@cimtb.com.br até o dia 3 de março com as seguintes informações:

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A Copa Internacional de Mountain Bike comemora a 21ª Edição em 2016. O evento tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição e Co-Patrocinio da Audax.

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CIMTB Levorin em Araxá aproxima ciclistas brasileiros do Rio 2016

Crédito: Alvaro Perazzoli / Ag.Laborazol

Avancini e Cocuzzi no curvão da Dona Beja – Crédito: Alvaro Perazzoli / Ag.Laborazoli

Com a inédita classificação SHC nas Américas, ou Hors Class por Estágios, a abertura da Copa Internacional Levorin de MTB, em Araxá, ofereceu aos campeões das super elites 160 pontos nos rankings internacionais. Entre os brasileiros, ficaram mais próximos dos Jogos Rio 2016 o campeão da etapa Henrique Avancini, com a pontuação máxima obtida, e Érika Gramiscelli, vice-campeã, com 140 pontos somados. Rubinho Valeriano e Raiza Goulão, ambos terceiros colocados, somaram 130 pontos. Os ciclistas nacionais nunca somaram tantos pontos no ranking como na primeira das três provas do ano da CIMTB Levorin, que levou mais de 1.500 atletas de 13 países e público de 20 mil pessoas ao Tauá Grande Hotel.

“Essa etapa inédita mostra sua grandeza não só na quantidade de países inscritos, mas também na pontuação. Ao todo, nas duas categorias principais, foram distribuídos 2742 pontos UCI. Do campeão ao 40º lugar, todos pontuaram. O décimo, por exemplo, ganha 65 pontos, mais que um vencedor de prova Classe 1 de MTB”, destacou Rogerio Bernardes, organizador do evento. “Outro fato interessante foi o clima na cidade. A etapa de Araxá deixou de ser uma corrida de bicicleta. Virou um encontro anual de apaixonados por bike. Muitas pessoas vão pra ficar hospedado no Tauá e outros hotéis e já levam até a avó pra torcer pelo neto na mirim”, ponderou o organizador.

Válido a partir do fim de maio de 2014, o ranking olímpico para o Rio 2016 definirá no período de dois anos os representantes do Brasil no principal evento esportivo do mundo. Haverá soma dos pontos obtidos pelos três melhores pontuadores do País neste período, definindo-se o ranking das nações. No masculino, do primeiro ao quinto país serão oferecidas três vagas por nação. Do sexto ao 13º, duas vagas, e do 14º ao 24º, uma vaga. No feminino, do primeiro ao oitavo colocado serão atribuídas duas vagas, e do nono ao 18º, apenas uma. A última vaga será revertida ao país sede, caso ainda não esteja garantido pelo critério técnico.

Após a última atualização da UCI (União Ciclística Internacional), em 3 de março, o Brasil aparece na 19ª e 20ª colocações no masculino e feminino, respectivamente. Porém, somados os pontos do fim de semana em Araxá, os três melhores do País elevariam em ambas categorias a nação ao 14º lugar, numa projeção estimada por não considerar os resultados de outras competições pelo mundo.

Juntas, Erika, Raiza e Isabella somaram 380 pontos, subindo o Brasil de 1.165 para 1.545 pontos. Entre os homens, Avancini, Rubinho e Ricardo Psheidt seriam os três primeiros neste momento, com a soma elevando-se dos atuais 895 para 1.257 pontos, e com Pscheidt no terceiro posto, ultrapassando o compatriota Sherman Trezza.

Recorde de países – Acostumada a receber ciclistas da América do Sul e, eventualmente, atletas, europeus, a CIMTB Levorin foi mais longe e bateu um recorde em provas de MTB no Brasil, com 13 países representados. Além dos brasileiros vindos de 20 estados diferentes, a competição contou com inscritos da Argentina, Chile, Equador, Venezuela, Suíça, Portugal, México, Inglaterra, Polônia, Israel, Eslováquia e Hungria. “Em 2016 bateremos o recorde outra vez. Esperamos no mínimo 30 países na prova que será um aquecimento para Rio 2016”, avaliou Rogerio Bernardes.

Vídeo release – Está disponível via Wetransfer o vídeo release da etapa de abertura da CIMTB Levorin, em Araxá. Para fazer o download do arquivo, com mais de 12 minutos de imagens e entrevistas em alta definição (552 MB), basta clicar aqui. As imagens estarão disponíveis até dia 17 de março neste link.

Vídeos do Contrarrelógio, Short Track e Cross Country – A videomaker e ciclista Keka Bike gravou as três provas das super elites, o Contrarrelógio (sexta-feira), o Short Track (sábado) e Cross Country Olímpico (domingo).

Vídeo do Contrarrelógio (SHC) Contrarrelógio

Vídeo do Short Track (XCC)Short Track

Vídeo do Cross Country Olímpico (XCO)Cross Country Olímpico

A Copa Internacional de Mountain Bike comemora a 20ª Edição em 2015. O evento tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição, e o co-patrocínio de LM Bike, Shimano, Specialized e Audax.

Mais informações:
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Gustavo Coelho / Ary Pereira Jr. – MTb 23297
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Henrique Avancini e Isabella Lacerda vencem prova de abertura, em Araxá

Crédito: Bruno Fernandes/Noispedala

Crédito: Bruno Fernandes/Noispedala

Campeões da Copa Internacional Levorin de MTB em 2013, Henrique Avancini e Isabella Lacerda venceram na tarde desta sexta-feira (21) o Contrarrelógio, primeiro de três estágios da abertura do principal circuito de MTB de América Latina. Além de somarem 15 pontos na CIMTB Levorin, ambos ciclistas abriram boa vantagem em relação ao segundos colocados no XCS, o Cross Country por Estágios. Avancini completou a volta (5,8 km) em 16min44s318, 29 segundos à frente do segundo colocado, Rubinho Valeriano. Isabella conseguiu uma diferença ainda maior em relação a Raiza Goulão, 48 segundos, ao completar a prova em 20min26s450 contra 21min14s638 da vice-líder.

Crédito: Renato Amaral/Noispedala

Crédito: Renato Amaral/Noispedala

“Representa muito para mim essa diferença de 29 segundos obtida hoje (sexta). O Contrarrelógio é uma oportunidade que você tem de consolidar uma diferença, porque apesar de ser apenas uma volta, ou seja, um tempo de duração curto, por ser individual seus concorrentes diretos não tem uma referência da sua pilotagem e seu ritmo”, avaliou Avancini. “É possível você tirar uma diferença dos rivais que você não conseguiria em Cross Country. Abre uma possibilidade de andar mais estrategicamente sábado e domingo. Posso me conservar, porque meu objetivo não é apenas a vitória, mas também me preparar para o Campeonato Pan-Americano de Barbacena, na próxima semana”, completou.

Rubinho Valeriano terminou em segundo com 17min13s506 e Frederico Mariano foi o terceiro, com 17min21s611. Completaram o pódio Mario Antonio Oliveira, Ricardo Pscheidt, Lukas Haufmann, José Gabriel de Almeida, Edivando Cruz, Nícolas Sessler e Leandro Donizete dos Santos.

Elite Feminina – A campeã Isabella Lacerda também confirmou que entrou forte logo na abertura. “Estou muito feliz com o resultado. Esta é minha terceira prova seguida neste mês, e fiquei surpresa porque não imaginaria terminar vitoriosa. Quando você é a primeira a largar, você fica sem referência de como estão as outras meninas. Vim para cá muito focada, mesmo tendo um imprevisto no Chile, nos Jogos Sul-Americanos, que me deixou chateada mas ao mesmo tempo motivada, para descontar o tempo perdido nessa última competição”, revelou Isabella, que sofreu uma queda e teve um pneu furado em Santiago (CHI). “Larguei concentrada principalmente para conquistar essa primeira prova. Ainda há chão e muitos quilômetros pela frente, então nada está definido. A CIMTB Levorin em si é muito importante, mas a etapa de Araxá mais ainda porque ela é diferente. Aqui não tem como descrever o quão especial ela é. Estou confiante em dar o meu melhor os três dias,” completou Isabella.

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Crédito: Renato Amaral/Noispedala

A equatoriana Alexandra Serrano foi a terceira, com 17min21s611. As outras sete ciclistas que completaram o pódio foram: Roberta Stopa, Erika Gramiscelli, Letícia Jaqueline Cândido, Liege Silva, Mariana Carcute, Diana Aladaz e Sofia Isabel.

O organizador do evento, Rogério Bernardes, ficou satisfeito com a primeira prova da CIMTB Levorin. “O Contrarrelógio foi muito emocionante. Superou as expectativas e foi interessante ver os atletas alternando de posições a cada passagem. Avalio como positiva a prova, porque os ciclistas gostaram da disputa. O público sentiu que o evento é diferenciado quando realizamos esse formato e, com certeza, o sábado será melhor ainda”, comemorou Rogério Bernardes.

No início da noite de hoje (sexta), o governador de Minas, Antonio Anastasia, e o prefeito de Araxá Jeová Moreira da Costa, fizeram a abertura simbólica do evento, além de homenagearem os quatro ciclistas que representaram o Brasil no MTB nos Jogos Sul-Americanos, no Chile: Henrique Avancini, Rubens Valeriano, Raiza Goulão e Isabella Lacerda.

Os ciclistas da Super Elite e Elite Feminina voltam à pista no sábado logo no início da manhã, para a segunda etapa do XCS (Cross Country Por Estágios), o Short Track (pista curta). Às 8h30 os homens se dividem em duas baterias eliminatórias, enquanto as mulheres disputam a final diretamente, a partir das 9h30. A prova será na pista de Cross Country, com a extensão de 1,5 km por volta.

“O Short Track terá largada no mesmo lugar do Contrarrelógio e Cross Country, mas o percurso não passará pelo bosque após a segunda curva, onde há um single track. Eles seguirão direto pela estrada e fazem a Descida da Dona Beja, e depois encerram o trajeto normal até a chegada. Serão 15 minutos mais duas voltas nas eliminatórias dos homens e 25 minutos e duas voltas nas duas finais, masculino e feminino”, informou Rogério.

Passeio Ciclístico Sense Bike – A Sense Bike marca presença mais uma vez na Copa Internacional Levorin de MTB ao proporcionar o Passeio Ciclístico, gratuito, a partir das 14 horas, em Araxá. O ponto de partida será o Estádio Municipal, no centro da cidade e o percurso será em direção ao Tauá Grande Hotel, no Barreiro. A população da cidade terá a chance de conhecer as vantagens de andar de bike para a mobilidade urbana em um trajeto de aproximadamente 10 km. Adultos e crianças estão convidados a conhecer os benefícios da Sense.

Pearl Izumi Night Run – A corrida noturna Pearl Izumi Night Run encerra a programação deste sábado na CIMTB Levorin, às 19h. Cerca de 250 corredores percorrerão a pista do Cross Country com 5,8 km de extensão. Realizada pela primeira vez em 2013, a competição será disputada nas cidades em que a competição tem a presença do MTB XCO (Cross Country Olímpico). Além de Araxá, São João del-Rei(MG) e São Roque (SP) receberão a prova noturna.

Resultados do Contrarrelógio

Masculino :
1.- Henrique Avancini (Caloi) – 16min44s318
2.- Rubens Valeriano (Merida) – 17min13s506
3.- Frederico Mariano (Caloi) – 17min21s611
4.- Mario Antonio Oliveira (Ice) – 17min23s3403
5.- Ricardo Pscheidt (Trek/Shimano) – 17min28s518
6.- Lukas Kaufamann (Focus/OCE) – 17min33s154
7.- José Gabriel de Almeida – 17min39s531
8.- Edivando de Souza Cruz (Astro) – 17min50s129
9.- Nicolas Sessler – 17min51s208
10.- Leandro Donizeti dos Santos (Trek) – 17min59s886

Feminino :
1.- Isabella Lacerda (LM/Shimano) – 20min26s450
2.- Raiza Goulão (Soul Cycles) – 21min14s638
3.- Alexandra Serrano (Equador) – 21min20s290
4.- Roberta Stopa (DaMatta ) – 22min08s855
5.- Erika Gramiscelli (InterTrilhas) – 22min17s720
6.- Letícia Cândido (Focus/OCE) – 23min34s366
7.- Liege Walter (Alto Rendimento) – 23min35s521
8.- Mariana Carcute (BMC) – 23min37s207
9.- Diana Aldaz (Equador) – 23min46s188
10.- Sofia Subtil (BMC) – 23min52s702

Sábado – 22 de março
A partir das 8h30 – Início das duas provas eliminatórias do Short Track da Super Elite
9h30 – Finais do Short Track (XCC) Elite Feminina e Super Elite e em seguida premiação da prova
10h – Abertura da secretaria para confirmação das inscrições e credenciamento de apoio
10h às 17 horas: treino livre XCO (proibido treinar sem numeral e equipamentos de segurança) – trecho usado pelo Short Track (XCC) não estará indisponível para treino durante a competição.
14h – Passeio Ciclístico Sense Bike (Mobilidade, Meio Ambiente e Saúde)
17h45 – Início do Congresso Técnico com atletas e equipes
19h – Largada Pearl Izumi Night Run

Domingo – 23 de março
08h – 1ª Largada – Copa LM de Amadores (todas as categorias exceto Segurança Pública)
10h – 2ª Largada – CIMTB Levorin (Sub-45, Sub-17, Sub-50, PNE, Sub-55, Sub-60, Over-60, Sub-15, Segurança Pública da Copa LM de Amadores + MIRIM
11h – Premiação categorias 1ª Largada Copa de Amadores
12h – 3ª Largada – CIMTB (Júnior, Sub-30, Sub-35, Sub-40)
13h15 – Premiação categorias 2ª Largada CIMTB Levorin + Concurso de Redação e Desenho
14h – 4ª Largada – CIMTB (SUPER ELITE e Elite Feminina)
14h45 – Premiação categorias 3ª Largada CIMTB Levorin
16h15 – Premiação categorias 4ª Largada CIMTB Levorin e em seguida premiação geral XCS

Revista Digital – Novidade em 2014, a Revista Digital da CIMTB Levorin já está no ar. Para ler seu conteúdo, acesse o endereço: cimtb.com.br/clipping/revista/araxa-2014/. Nesta primeira edição você ficará por dentro de tudo que vai rolar na abertura do principal circuito da Mountain Bike da América Latina.

Fan page – Quer acompanhar tudo sobre a Copa Internacional Levorin de Mountain Bike e ainda curtir fotos diferenciadas e vídeos das provas e dos atletas? Acesse a fan page oficial do principal circuito de MTB da América Latina pelo endereço http://www.facebook.com/CIMTB. A CIMTB Levorin também está no Twitter (@CIMTBLevorin) e Instagram (@CIMTB).

A Copa Internacional de Mountain Bike tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição. LM Bike, Shimano e Specialized são os co-patrocinadores do evento que comemora a 19ª temporada em 2014. Apoios: Scott, Isapa, ASW, Calypso, Carbo Energy Gel, Vizan e Proshock. Parceiros estratégicos: Prefeitura de Araxá, Copasa e Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Esporte.