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Pista da etapa de Congonhas será a mesma dos anos anteriores

Repetindo o sucesso dos últimos anos, o Desafio Internacional de Maratona que será realizado em Congonhas, dia 18 de agosto, mantém o mesmo trajeto.

congonhas

Faltando pouco mais que um mês para etapa a quarta etapa da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike (CIMTB), muitos bikers já estão focados na disputa. Com um formato totalmente diferente do circuito cross country, a etapa atrai muito mais o público que gosta de pedalar, mas não tem tanto interesse na competição. Por isso, a organização decidiu manter uma prova com um circuito desafiador, mas que também é muito bonito e de forte interesse histórico e cultural.

A pista deste ano não teve nenhuma alteração, e será idêntica a dos anos anteriores.  “Estamos repetindo o circuito dos anos anteriores, pois tivemos uma aprovação muito grande dos atletas. Esta decisão foi baseada nos resultados da pesquisa realizada, na qual 98% dos competidores gostariam de correr no mesmo circuito. Como a maior parte dos atletas são amadores, eles usam os tempos dos anos anteriores como grande adversário”, explica o organizador Rogério Bernardes.

Saindo da largada, que é sensacional ao lado dos Profetas e da Basílica, os atletas já terão que enfrentar de cara uma subida forte de 2 km no terreno de uma fazenda que termina no PC 8. Em seguida, os bikers pedalam por alguns trechos de estradinha antiga e de trilha até chegar ao município de Paraopeba, que será um dos trechos mais decisivos da prova. Ali, os competidores irão passar por um trecho de subida muito forte em meio as trilhas da Estrada Real.

Ao final dessa subida, no quilômetro 40 da CIMTB, os competidores terão que demonstrar toda a sua habilidade técnica, pois a prova ganha velocidade e os competidores encaram muitos trechos de descida e de trilhas até a linha férrea. Para encerrar, os competidores têm que subir a ladeira do Bom Jesus, no centro histórico da cidade, para cruzar a linha de chegada.

Segundo Rogério Bernardes, quem correu nos anos anteriores, lembra da alegria e da emoção que dá, quando, no final da prova, os atletas têm que subir aquela ladeira do centro histórico de Congonhas. “A ladeira de Congonhas é emblemática. Quem já correu sabe do grande desafio que é enfrenta-la no final da prova. E o mais impressionante é ver o público acompanhando a chegada e o sofrimento de cada atleta”.

Além de enfrentar as dificuldades da pista, os atletas irão desfrutar de belas paisagens e trechos marcantes da história do Brasil. Durante grande parte da prova, os ciclistas passam por trilhas com marcos da Estrada Real, que durante muito tempo serviu como caminho de escoamento do ouro no país até os portos no Rio de Janeiro.

 

Texto: Paula Isis/Assessoria de Imprensa CIMTB